quarta-feira, julho 09, 2008

Poema ao Homem



Frequentemente esqueço as palavras.
Esqueço-Me. Esqueço-Te.
E sem linguagem
desapareço.
Torno-me farol de imagens,
imperativo
que impedido de comunicar,
desvenda outro reino.
Gêmea de árvores e pedras
mas sempre estranha
que se entranha na garupa do vento.
Regresso tarde ou cedo...
a tempo
do tempo
das estações contemplar.

Relembro as palavras.
Relembro-Me
Relembro-Te

Presumo a urgência de Amar...

5 Comments:

Blogger Madalena said...

Não cponhecia o blog. Segui o rasto e gostei do que li.

Obrigada.

2:37 da tarde  
Blogger Madalena said...

Este comentário foi removido pelo autor.

2:38 da tarde  
Blogger mariah said...

qq dia posso publicar este poema
no "pó da escrita"?

Beijinhos,
foi bom passar por aqui...


mariah

9:19 da tarde  
Blogger aya said...

Claro que sim, Mariah!...

10:15 da manhã  
Blogger mariah said...

já lá está.
Obrigada, Aya.


Beijo.



http://www.opodaescrita.blogspot.com

12:04 da tarde  

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