sábado, agosto 23, 2008

O tudo que de mão dada me mostra o mundo...



Sinto a noite fechada nas minhas mãos abertas. O brilho silenciado das estrelas nos olhos que passam. A melodia que clareia os passos que me seguem. Acompanham-me sinais inesperados de sabedorias antigas. Apenas sei que não sei. Nem palavras, nem sons, nem caminhos...
Fala-me o nada que é meu companheiro na jornada. Escuta-me o tudo que de mão dada me mostra o mundo!

7 Comments:

Blogger Fragmentos Culturais said...

uma escrita sensível...

4:06 da manhã  
Blogger Presença said...

Num abandono de mãos aberta
.
.
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livre
.
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bjo
gostei muito

8:08 da tarde  
Blogger Pedro Branco said...

Tenho um segredo na ponta dos dedos quentes. Dedilhados de magia que a minha voz acompanha. Os olhos, esses, penetram-me os sonhos e as memórias. Por isso não hei-de parar de cantar!

11:50 da tarde  
Blogger jorge said...

Felizmente sempre existirá o olhar do poeta...

Grato pela visita.

Um abraço,

Jorge Elias

12:22 da manhã  
Blogger mariah said...

reverência em nossos corações pela poesia mais alta que nasce das estrelas das mãos...

beijinho,
***maat

4:26 da tarde  
Blogger RB said...

Boa escrita. Transpondo o texto: quem nos ouve costuma dar-nos tudo e há muita gente que fala, fala, fala e não fazem nada. Adorei o título.Linkei-te

9:44 da tarde  
Blogger Paulo Alcandura said...

Acidentalmente, parei neste blogue e neste texto. Gostei muito.

Alcandura
(http://alcandura.blogspot.com/)

3:46 da tarde  

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